Sábado , 19 de Agosto de 2017

Economia

População vai compreender aumento de imposto, diz Temer

Em 21/07/2017 , às 15h16 -

Imagem: Divulgação     (Imagem:Divulgação )
 O presidente Michel Temer disse na noite desta quinta-feira, 20, ao chegar em Mendoza, na Argentina, que a decisão anunciada pelo governo de anunciar aumento de PIS e Cofins para gasolina, diesel e etanol, está em linha com a responsabilidade fiscal e será bem compreendido pela população.

“Vocês lembram que nós abandonamos logo do começo governo a CPMF, algo que estava o horizonte de todos quando assumimos (...) mas agora levamos a efeito um pequeno aumento que diz apenas ao combustível e não diz respeito ao serviço”, afirmou. “A população vai compreender porque esse é um governo que não mente”, completou, ressaltando que é preciso dizer “exatamente o que está acontecendo”.

Segundo o presidente, a medida não atrapalhará a retomada da economia. “Pelo contrário, isso (aumento de impostos) é o fenômeno da responsabilidade fiscal. Essa responsabilidade fiscal é que implicou neste pequeno aumento do PIs/Cofins”, destacou.

Temer rebateu que a medida - que não precisa de aprovação do Congresso para entrar em vigor - se deu por conta da frustração da não aprovação das reformas. “O Congresso sempre colaborou conosco”, disse. Segundo ele, a decisão de aumentar o PIS/Cofins foi adotada por um critério de responsabilidade fiscal.

Mercosul. O presidente comentou ainda sobre a 50ª Cúpula do Mercosul, que acontece nesta sexta-feira, 21, e disse que o Brasil terá a honra de assumir a presidência do bloco neste semestre e que pretende continuar o trabalho feito nos últimos meses pelo presidente Argentino, Mauricio Macri. “Estamos reformulando o mercosul, a ultima reunião se deu em 2015, estamos retomando, espero continuar o trabalho que Macri vem desenvolvendo.”

+ AUMENTO DE IMPOSTOS PODE FRUSTRAR RETOMADA DA ECONOMIA

Em relação a Venezuela, Temer afirmou que os países do bloco têm uma relação institucional e de grande preocupação com o povo venezuelano. “Vamos continuar trabalhando para redemocratização da Venezuela”. (Carla Araújo, enviada especial a Mendoza) Fonte/ Estafdaso 

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