Hoje é dia de festa para a torcida do Santos. Afinal, um dos maiores ídolos do clube desde Serginho Chulapa está de volta a Vila Belmiro. Às 11h30, Giovanni será apresentado na Baixada Santista e vestirá a camisa 10, que fez muito torcedor delirar de alegria na década de 90. E, para dois irmãos santistas, é dia de resgatar o orgulho de ser uma “Testemunha de Giovanni”.
Irmãos Luís Fernando e Rodrigo mostram uma das faixas criadas para homenagear o meia que teve ótima passagem pelo Santos na década de 90 e agora voltou para disputar o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil
Rodrigo Dall’Ácqua Lopes tem 35 anos. Seu irmão, Luis Fernando, tem 29. Quando Giovanni viveu o auge com a camisa santista, em 1995, eles podiam ser chamados de torcedores do alambrado. Mesmo morando em São Paulo, não perdiam jogos na Vila Belmiro. Tudo para ver o grande ídolo de perto.
- O Giovanni representa um cara que conseguiu driblar uma fase dificílima da equipe. Ele apareceu numa fase em que o time não ganhava absolutamente nada. Naquele Campeonato Brasileiro de 1995, ninguém esperava mais nada, quando o Giovanni comandou uma das reações mais espetaculares que eu já vi. Foi
Família santista está feliz da vida com a volta de Giovanni (Marcelo Prado/GLOBOESPORTE.COM)
Luis Fernando foi no embalo do irmão. Como o pai, Sílvio, também era santista, não foi difícil converter mais um membro na família.
- Com tanta coisa do Santos em casa, era natural que isso acontecesse. Logo, começamos a ir aos jogos juntos e sempre era um prazer ver o Giovanni jogando.
Mas, quantos integrantes possuía a torcida?
- Éramos quatro, mas barulhentos. Tinha até um amigo são-paulino. Era uma coisa séria, tinha estatuto. Quem quisesse participar, tinha de fazer um juramento. Na época, ainda fizemos um grande propaganda, fizemos divulgação em todas as rádios. Tínhamos faixas que fizemos na garagem de casa – diz Rodrigo, rindo muito.
O pai, Sílvio, no início, não deu muita bola. Mas não demorou muito para perceber que a adoração era uma coisa séria.
- Achei que era aquela coisa de torcedor que age por impulso. Lembro-me que um dia estava vendo um jogo do Santos em casa e a câmera da TV focalizou os meus filhos segurando a bandeira. Foi motivo de muito orgulho. O Giovanni, sem dúvida, fez muito sucesso com a camisa do Santos - constatou. E, sem dúvida, lembrar de Giovanni é lembrar o dia 10 de dezembro de 1995. Na ocasião, Santos e Fluminense se enfrentavam pelo jogo de volta da semifinal do Campeonato Brasileiro. Na ida, o time carioca havia goleado por 4 a 1. Na volta, somente uma goleada por três gols de diferença levava o Peixe para a decisão. E Giovanni comandou uma espetacular goleada por 5 a 2 sobre o rival. - O que ele fez foi fantástico, maravilhoso, impressionante. O Giovanni marcou três gols e deu um passe para outro. Além do mais, aquela cena do time ficando no intervalo dentro do gramado me marcou demais. Eram 40 mil santistas no Pacaembu e todos acreditavam que era possível vencer – lembra Luis.
Santistas fanáticos, os irmãos guardam relíquias. Possuem ingressos de jogos do início da década de 90. Camisas de futebol? Existem a perder de conta. Os irmãos até tentam manter a organização para não confundirem as coleções.
- Cada um tem a sua e a gente cuida com muito carinho. Algumas estão até mofadas, mas ninguém joga absolutamente nada fora – ressaltou Rodrigo. O mais engraçado é que a casa da família fica a poucos quarteirões do estádio do Morumbi. Da janela do quarto, é possível ver a fachada do estádio do São Paulo.
- O Morumbi é um estádio muito bom para se ver jogo. Foi onde eu vi o Santos derrotar o nosso maior freguês, o Corinthians, em 2002. E foi também onde perdemos para o Boca na decisão da Libertadores de 2003. Sempre que o Santos joga aqui no Morumbi, junto uns 30 aqui em casa, fazemos churrasco e depois vamos todos aos estádio – afirmou Luís Fernando.
Irmãos pintam a faixa dedicada ao jogador do Peixe (Marcelo Prado/GLOBOESPORTE)
E esta quarta será possível estar na apresentação do grande ídolo? Rodrigo, por compromissos profissionais, não conseguirá ir. Mas Luís Fernando, que tem alguns clientes em Santos, não vai perder a chance de rever o camisa 10 de perto. Tanto que aproveitou para dar uma pintada na faixa para dar nova vida ao material.
- Por tudo que aconteceu de errado na saída do Giovanni em 2006, quando ele foi expulso do clube pelo Marcelo Teixeira e pelo Luxemburgo, ele, no mínimo, terá agora a despedida que merece. E as testemunhas estarão lá para presenciar isso – concluiu o orgulhoso santista.
São Mateus/ Jônatas Carlos Pela 3ª vez prefeito de São Mateus é CASSADO.
Caxias/ Julimar Silva Jackson Lago PDT, Edson Vidigal e Roberto Rocha PSDB fazem campanha em Caxias-Ma.
Imperatriz/ Gil Carvalho Cemar presta informações aos consumidores
Blog Ademar Sousa Preso assaltante terror de Timon
São Luís/ Metendo o Bedelho Rubens Junior feliz da vida!!!
Sao Joao dos Patos / Lucas Santana Tom Cleber toca o melhor da MPB no Cachaça Fest
Tuntum/ Deusimar Lobão Rápidas do Lobão
Timbiras/ Hildenilson Sousa Encontros preparam Congresso de Rádios Comunitárias para Coroatá
Coelho Neto/ Samuel Bastos Coelho Neto terá 1º Emprego
Blog Ludwig Almeida Confirmado!!! A verdadeira história da desistência de Flávio Dino