O poeta Barripi teve mais um dos seus trabalhos publicado em antologia, desta vez se trata do poema “Teresina”, um soneto lírico ao estilo barripiano. A obra, intitulada “Teresina –Um ohar poéico”, apresenta textos de 31 autores, dentre eles, o também maranhense, Salgado Maranhão; o carioca Domíncio Proença Filho e, logicamente, piauienses da estirpe de H. Dobal, Graça Vilhena, Halan Silva e Paulo Machado. A apresentação do livro recheado de fotopoemas que homenageiam a cidade de Teresina é de Salgado Maranhão e Cineas Santos. Abaixo, transcrevemos o soneto do poeta Barripi.
TERESINA
Foi na Chapada do Corisco à beira
Do Parnaíba, rio principal,
Que teve início a obra sobranceira
De fundação da nova capital.
Onde hoje é Praça da Bandeira,
Saraiva, conselheiro imperial,
Chamou a nova urbe brasileira
De Teresina, um nome original.
Coelho Neto quando visitou-a,
Extasiado com o verdor, chamou-a
“Cidade Verde”, carinhosamente.
E Cineas, de boa vontade,
Compôs seu hino com a finalidade
De conservá-la viva eternamente.
(Barripi)
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