Ademar Sousa

Suplentes de vereador decidem apoiar a pré-candidatura de Socorro Waquim para a Assembleia Legislativa do MA

Em 10/04/2018 , às 15h45

Imagem: Divulgação Cláudio, Ulysses Waquim, Socorro Waquim, Francisco Borges e Flávio Anderson (Imagem:Divulgação )Cláudio, Ulysses Waquim, Socorro Waquim, Francisco Borges e Flávio Anderson  
 Na medida em que o cenário político começa a ser definido com vistas às eleições de outubro próximo. Fatos novos surgem a cada dia em relação a busca de apoios pelos pré-candidatos a cargos majoritários (governador) e proporcionais (deputado estadual, federal e senador).  Em Timon, por exemplo, a pré-candidata a deputada estadual professora Socorro Waquim (MDB) já passou a contar com adesões de lideranças comunitárias e suplentes de vereador, dentre outros segmentos da sociedade. Ela governou Timon por dois mandatos de 2005 a 2009 e de 2009 a 2013. E, agora, quer voltar para a Assembleia Legislativa do Maranhão.

Na segunda-feira (09), a professora Socorro Waquim recebeu a garantia de apoio de dois suplentes de vereador, entre eles, Francisco Borges, presidente Municipal do PSL local, que obteve 584 votos em 2016. Borges vai pedir votos para Socorro Waquim (deputada estadual) e Edilázio Júnior (deputado federal). E o outro suplente Bolinha que obteve 415 votos também decidiu votar na professora Socorro Waquim (deputada estadual) e Josimar de Maranhãozinho (deputado federal), pois havia fechado compromisso com este último. Josimar exerce o primeiro mandato de deputado estadual.

Imagem: DivulgaçãoBolinha e a professora Socorro Waquim(Imagem:Divulgação)Bolinha e a professora Socorro Waquim 

Para alguns articuladores da pré-campanha da professora Socorro Waquim rumo a Assembleia Legislativa, novas adesões estão previstas dentro das próximas horas, principalmente depois da confirmação da pré-candidatura do deputado estadual Alexandre Almeida (PSDB) em busca de uma vaga no Senado Federal. Eles acreditam numa forte migração de eleitores para votar em Socorro Waquim diante desse novo quadro político eleitoral. E até afirmam que existem eleitores que não votam em membros da família Leitoa nem a base de “chibatadas”.

 

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