PUBLICIDADE
JORNAL20100308170254.jpg Para abrir a edição do jornal é necessário ter o Acrobat instalado, caso não tenha, baixe aqui.
Sexta-feira, 30 de julho de 2010
Tuntum/ Deusimar Lobão

Tuntum/ Deusimar Lobão

NOTAS

Segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

CÂMARA

Agora pouco aconteceu a votação e aprovação em 2º turno do anteprojeto da Lei Orgânica do Município. A nova lei municipal sofreu 35 emendas, 18 do vereador e presidente Manoel Paca, 12 da vereadora Leda Bílio, 04 do vereador Magno Melo e uma do vereador Orleans Moreira. A promulgação está marcada para a próxima sessão, segunda-feira, dia 21. Durante a noite, na churrascaria Tia Lia, a casa oferecerá um jantar para oitenta convidados.

Ainda na sessão de hoje a Câmara aprovou o Projeto de Lei, nº 841, do chefe do executivo que trata da criação do Conselho Municipal de Política Cultural.



FUTEBOL

Hoje começa os preparativos de Atalanta e São Raimundo para os dois jogos da final do campeonato tuntuense. O Atalanta treinará no CT frei Ernesto Merelli, próximo a Vila Mata. A equipe do São Raimundo usará o estádio Temão. No primeiro jogo, quarta-feira, as 18:00h, o time do santo entrará em campo sem os seus dois principais jogadores, André e Henrique, ambos expulsos na última partida contra o Ipu-Irú.



CONCURSO

Transcorreu com a maior normalidade a realização do concurso público municipal. A cidade no dia de ontem ganhou um maior fluxo de pessoas que circulavam aos seus locais de prova. Mais de cinco mil pessoas estavam inscritas para o certame, cerca de 40% eram de cidades circunvizinhas. O concurso foi realizado pela Consep do Estado do Piauí.



 


Os Gonzagas da Cunha na política de Tuntum.

Sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

              Emigrados do município de Mirador, os Gonzagas da Cunha se estabeleceram no início dos anos 1950 em Santa Filomena, capitaneados por Luís Gonzaga da Cunha, um dos dez filhos da matriarca Leocádia Gonzaga da Cunha, a Déa, viúva de Raimundo Joaquim da Cunha. Eram irmãos de LG*: João de Deus, o mais velho, Antônio Joaquim, Carlos Augusto (o Carlito), Hermes, Artur, Raimundo, e as mulheres, Maria Helena, Magnólia e Maria Augusta.A essa época Santa Filomena, assim como Tuntum, era um promissor povoado pertencente ao município de Presidente Dutra. Então, não tardou para que essa emblemática família ocupasse lugar de destaque naquele lugar, principalmente no setor do comércio varejista e também na compra e venda de produtos agrícolas dos lavradores dos arredores, tais como: algodão, arroz, milho, feijão e etc. Dessa forma, consequentemente, também passaram a ocupar espaço na política local. Já nas eleições de 1955 LG fora eleito para o cargo de vereador pelo município de Presidente Dutra. Nessa época, sua família vivia em plena harmonia com os Arapuás – clã dos pioneiros do povoamento de Santa Filomena, inclusive unindo-se através laços de matrimônio. Todavia, mais tarde, quebrara-se o cristal da paz e harmonia que refletia entre ambas as famílias, devido à fatídica morte de Abdon Costa por homens da confiança dos Gonzagas, fato que mudaria para sempre suas trajetórias nessa região. Deste modo, a boa convivência só habitaria na memória daqueles que a protagonizaram em seus tempos áureos. A partir daí, os Gonzagas da Cunha bateriam em retirada do lugar que estavam tão bem adaptados, inclusive acumulando muitas posses. Por intermédio do líder político Ariston Leda, que já havia ocupado o cargo de prefeito de Presidente Dutra, e que a época do episódio de Santa Filomena estava em plena campanha eleitoral (da primeira eleição para prefeito do município em 1958), tratou de garantir o apoio dessa importante família, trazendo-a para morar aqui em Tuntum. LG por se empenhar bastante na campanha e devido a sua inclinação para a política, conquistou a confiança de Ariston, conseguindo sua indicação para sucedê-lo na chefia do Executivo (1964-1969). Uma vez no poder, e mais tarde com vitória de José Sarney para o governo do Maranhão (1965), LG se tornaria a maior liderança política de Tuntum, pois não somente teria o apoio do governo estadual, mas porque com a derrocada do grupo de Newton Belo, Edésio Gomes Fialho, principal adversário, não conseguiria subsistir na política local. Assim, LG pôde “fazer” o seu sucessor, José Uruçu (1969-1973), que por sua vez, ainda no exercício do mandato, romperia com o antecessor. Na eleição de 1972 os Gonzagas amargariam a primeira derrota nas urnas, visto que, a chapa vencida era composta com o nome de Antônio Joaquim da Cunha para candidato a vice-prefeito e José Justino e Silva, o “Zé da Mata” para prefeito. Nas eleições de 1976 os Gonzagas da Cunha retomariam o poder na pessoa de Luís Coelho Batista, o “Luisão”, casado com Maria Augusta uma das irmãs de LG, que por sua vez, não logrou êxito nas eleições de 1982, pois o seu candidato Bento Teixeira não obteve os votos esperados na disputa com Hélio Araújo, o “Cobra Mansa”, o mesmo que Luisão derrotara na campanha anterior. Com a guinada de Hélio ao poder, os Gonzagas da Cunha só retornariam ao controle político do município com a eleição de Cleomar Tema Carvalho Cunha, o Tema, político que mais ocupou o cargo de prefeito na história do município. Sobrinho de LG e filho do casal Astolfo Seabra (prefeito interino em 1959) e Maria Helena, Tema acumula três mandatos de quatro anos (1993-1996, 2001-2004, neste mesmo ano sendo reeleito ficando no cargo até 2008). Além disso, Tema conseguiu em 1996 fazer seu sucessor, Antônio Pires Neto, o Pires Léda (sobrinho do velho Ariston Leda) e mais recentemente, logrou triunfo no certame municipal, com a vitória de seu primo Francisco das Chagas Milhomem da Cunha, o Chico Cunha, (filho do já falecido Antônio Joaquim) frente ao dissidente Pires Léda (substituido de última hora pela irmã Gilza Léda, devido a impossibilidade de registro de candidatura pela Justiça Eleitoral). Garantindo desta maneira, se tudo ocorrer de acordo com o previsto duas décadas de hegemonia temista, ou como o leitor preferir, dos Gonzagas da Cunha. Amados por uns, odiados por outros... Porém uma coisa é inegável – a história política de Tuntum se confunde com a história dessa família.




Por Gean Carlos Gonçalves

 


Prefeitura desiste de construir campo de futebol em local planejado

Quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A gestão municipal está desistindo de construir um campo de futebol no Bairro Luisão como havia anunciado no início do mês passado. Os motivos são os embaraços do direito de propriedade do local entre a própria prefeitura e os herdeiros do ex-vereador Carlos Augusto da Cunha. A atual gestão não tinha dúvidas de que a área, hoje campo um de futebol improvisado, pertencia ao município desde o ano de 2000, mas os herdeiros de Carlito Cunha alegam que o pagamento não foi devidamente afetuado pelo município.

Este blog conversou recentemente com o vereador Marcos Cunha, filho de Carlito Cunha, que disse ter em seu poder um cheque emitido pelo município que não fora compensado na época. Marcos disse que a família não pode sofrer tamanho prejuízo com a perda do terreno. A família está pedindo pela área 100 mil reais, quantia considerada muito alta pelo município se comparado com os padrões de infra-estrutura que terá o campo.

Diante do impasse o prefeito Chico Cunha optou mudar de local e fazer a construção por trás do residencial desembargador Cleones Cunha, próximo ao cemitério da Arueira, que também fica ao lado do bairro Luisão. Além desse campo que terá arquibancada, banheiros e vestiários, a prefeitura pretende construir um no Bairro Vila Bento, o Bentão, outro no povoado Belém e possivelmente mais um no povoado Ipu-Iru.



 


Orçamento de 2010 é aprovado

Segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O orçamento de 2010 encaminhado há dias pelo Poder Executivo para ser apreciado e votado foi aprovado na manhã de hoje (28ª sessão ordinária). O presidente decidiu colocá-lo na pauta do dia, que estava vaga, achando que os debates poderiam ser estendidos, porém o fato não veio acontecer, nenhum dos parlamentarem quiseram questionar o projeto de lei.

A pauta do dia ainda foi dividida entre uma emenda modificativa do anteprojeto da Lei Orgânica de autoria do vereador Orleans Moreira. Moreira com sua emenda faz ratificar o artigo 41 da Constituição Federal que garante a estabilidade aos funcionários públicos municipais, não inserida na atual Lei Orgânica.

O presidente Manoel Paca confirmou na sessão que o segundo turno de votações do anteprojeto da Lei Orgânica ocorrerá dia 14 e sua promulgação dia 21. O presidente disse que para a solenidade irá convidar toda a população e autoridades do município.



 


Reveillon em Tuntum

Domingo, 6 de dezembro de 2009

A prefeitura de Tuntum começou a divulgar nesse fim de semana a realização do maior e mais tradicional Reveillon em praça pública da região, que a exemplo do ano passado será realizado no Balneário da Tiúba. A banda escolhida, Free Lance, é reconhecida, no momento, como a melhor banda de São Luís, capital. Hoje pela manhã estive conversando com o prefeito e ele me disse que para trazer uma banda de expressão nacional, como muitos gostariam, iria sair muito caro para os cofres do município que ainda passa por dificuldades financeiras.

‘Além do baile a prefeitura irá fazer uma bonita queima de fogos, um show piroténico, que com certeza irá surpreender muita gente que for ao balneário’ disse o prefeito Chico Cunha. A permanência do ‘Piscinão’ como o local da comemoração, e não a Praça São Frâncico, é devido ao amplo espaço oferecido e aos bons serviços de bares, lanchonetes e churrascarias, além da beleza artificial que oferece o balneário.

 


A Chacina dos Coelho no povoado Arroz

Quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A Chacina dos Coelho no povoado Arroz foi o acontecimento mais marcante de nossa história local que serviu para cimentar a imagem que fazem da Mata do Japão e de nosso querido Sertão (As Areias), lugares de infeliz reputação aos olhos de conterrâneos de outras regiões do estado, principalmente, os da Capital e os do sul-maranhense (parte mais antiga em sua formação), como assinala o Profº Fonseca Neto, em sua obra de fôlego, intitulada – História das Passagens, em que trata da formação histórica de toda a região do antigo Pastos Bons:“Deve-se consignar que, por muito tempo, as populações dos sertões maranhenses de colonização mais antiga, viam a região dos hoje municípios de São Domingos, Presidente Dutra, Tuntum, Dom Pedro e adjacências, como a “Mata do Japão”, significando um lugar de difícil acessibilidade, fixação cultural pífia, amoldamento social frouxo, lugar de forasteiros etc.”. A caracterização “de difícil acessibilidade” é pertinente, devido à mata densa existente à época do início do povoamento que talvez justifique o “amoldamento social frouxo”, nessa perspectiva sim. Quanto ao conceito de cultura em “fixação cultural pífia”, nos leva a indagar: Qual o conceito de cultura das “populações dos sertões maranhenses de colonização mais antiga”? Entretanto, o discurso produzido sobre determinados fatos serviram ou servem para justificar tal (pre)conceito, entre os quais destacamos o fatídico caso dos Coelhos de 1958. Os Coelho, tradicional família do sul do Maranhão (Pastos Bons, Riachão, Carolina, etc.), foi bastante perseguida por estabelecer vínculo de amizade com Leão Leda, no evento que ficou conhecido como A Guerra do Leda*, sendo o clã obrigado a sair em retirada em busca de paz e tranqüilidade. Parte dela chegou a Tuntum ainda em 1910, capitaniada por Luís Coelho. Seus filhos logo que aqui chegaram começaram a se destacar. A indústria, o comércio e pecuária foram os setores de sua especialidade, tendo como expoentes - o Sr. Frederico Coelho, dono da primeira máquina de beneficiar algodão; Alípio, comerciante, que também exercer cargo de vereador quando Tuntum ainda pertencia a Presidente Dutra (1951-1955), e; José, fazendeiro, cuja propriedade estava situada no povoado Arroz, onde também residia. Este último dono de honrosa reputação teve com sua esposa Izidra vários filhos, dentre os quais uma bela jovem de nome Maria, que atendia pela alcunha Maruzinha. Esta adorável de boa estirpe se enamorou por um “forasteiro” conhecido por João Bastos, cuja reputação lhe garantiu a reprovação da família da moça. Inconformado com a rejeição João raptou Maruzinha e obrigou o Juiz de Paz de Tuntum a casá-los. Consumado o matrimônio, registra a literatura oral que o esposo inicialmente, demonstrava muito afeto para com a amada. Porém, após algum tempo João teve que fazer uma viajem para o Sertão, pois um de seus irmãos havia sido assassinado e que competia-lhe a missão vingá-lo. Em sua ausência Maruzinha começou a freqüentar festas, fincando mal reputada ante a sociedade, o que chegou ao conhecimento de João Bastos. Depois de algum tempo Maruzinha, temendo o pior, pois conhecia bem a índole de seu esposo, resolveu ir ao encontro do marido. A partir de então, se iniciaria uma triste e dolosa convivência, visto que João sentia-se magoado e desonrado em função dos boatos acerca da conduta de sua mulher. Passado algum tempo, Maruzinha que fora submetida à duras penas, resolveu deixar João e retornar para o seio de sua família. Entãos partiu às escondidas, com medo de represália, entretanto, cometeu talvez o pior de todos os seus erros: furtou as armas do marido e as levou consigo. Embriagado de ira com a ação de Maruzinha, João Bastos começou a arquitetar um plano de vingança contra ex-mulher e sua família. Assim, convocou o seu irmão Dom Ratinho e o velho Pedro Feiticeiro, companheiros de outras empreitadas sinistras. Traçado o roteiro da “expedição”, João Bastos ainda ousou em enviar comunicados de sua “visita” à família Coelho. Não acreditando, nessa possibilidade os Coelhos de nada fizeram para se protegerem. No limiar da noite de 18 de julho de 1958, os homicidas invadiram a residência de José Coelho e o assassinaram, juntamente com um de seus filhos e também Maruzinha, a qual o próprio João Bastos se encarregou de lhe imputar os mais agonizantes e brutais suplícios e consumido pelo ódio se mostrou insensível aos apelos de sua musa de outrora. A sogra fora poupada, para que criasse o pequeno filho, que o próprio João Bastos arremessou pela janela, este vive na cidade de Imperatriz e é deficiente físico devido à ação do pai. João Coelho, irmão de Maruzinha, conseguiu fugir, mas além das perdas de seus familiares, teve que adiar o seu casamento em mais de um ano, festa que estava marcada para o dia seguinte. Uma noite de terror! Sua repercussão aterrorizou e comoveu todo Maranhão. Em Tuntum, enquanto uns choravam o ocorrido, outros se mobilizavam para lavar a honra dos respeitáveis e valorosos Coelhos. Homens foram arregimentados, aproximadamente cem. E assim começou uma implacável caçada aos facínoras. Trama digna de produção cinematográfica, vários foram os embates com os bandidos. Na Mucunã, próximo a São José dos Basílios, o Pedro Feiticeiro foi preso e conduzido amarrado à Cadeia de Tuntum, sendo executado em poucos dias por parentes das vítimas. João Bastos e Dom Ratinho fugiram para a região do Mearim, passando pelo Olho d’água do Tolentino, Centro dos Doidos, Pilões, Marianópoles, Santa Vitória, onde moravam seu pais. Foram cercados em Barro Branco, município de Barra do Corda, onde sucumbiu Dom Ratinho e que João Bastos ficou bastante ferido, porém, ainda assim, bateu em retirada para o Sertão tuntuense, porém no povoado São Joaquim dos Melos foi aprisionado, terminando aí a caçada. Após receber muitos tiros chegaria ao fim à trajetória de um personagem controverso de nossa história local, pois há que defenda que João Bastos depois de tanto se esquivar dos cercos merecia escapar ao final com vida. O mesmo é sepultado no lugarejo Corrente, a uns três quilômetros de São Joaquim dos Melos. Evidentemente, o relato acima se trata de uma síntese, pois não temos a intenção de sermos detalhistas, até por que isso requer um maior rigor, uma investigação mais criteriosa. Entretanto, o nosso objetivo é demonstrar que a representação de um fato pode servir de argumento para justificar os (pré) conceitos e os juízos de valor. De modo algum, quero advogar que nosso lugar é menos violento do que outros, ou que não ocorrem fatos abomináveis, mesmo por que não podemos omitir as execuções sumárias em logradouros públicos de nossa cidade nos últimos anos, o que inclusive mobilizou a população, em prol de uma segurança pública eficiente, resultado num maior efetivo policial, mas sem a eficácia esperada. Por outro lado, cabe aqui afirmar que tal aspecto não é exclusividade nossa. A violência é inerente à natureza humana e mostra a sua pior face onde não há educação de qualidade, enfim, inoperância do Estado.



Por Gean Carlos

 


EDUCAÇÃO: Tuntum ganhará cinco novas escolas

Quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A educação tuntuense está mais fortificada depois que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) confirmou a liberação de cinco convênios para a construção de novas unidades escolares no município, que ainda é carente de bons centros escolares, principalmente os locais mais distantes da zona rural, como por exemplo, o povoado Santa Rosa que fica há mais de 150 quilômetros da sede do município.

As novas unidades escolares irão contemplar a educação dos seguintes povoados: Santa Rosa, Javém, São Joaquim dos Melos, São Bento e Cigana. Todos esses povoados, mesmo com pouca infra-estrutura, já dispõem de uma pequena escola que durante longos anos vem garantindo a formação escolar de centenas de sertanejos. A idéia central do gestor municipal quando encaminhou os projetos, via secretária de Educação, era construir unidades mais espaçosas que garantisse mais conforto e que ofertasse um número maior de vagas.

Das cinco unidades, três terão seis salas de aulas, as outras quatro salas. Todas terão um padrão de construção e qualidade definido pelo MEC, que além das salas terão hall., cantina, biblioteca e secretária. Os recursos são da ordem aproximada de 3,8 milhão (três milhões e oitocentos mil reais). A execução dos trabalhos de construção só se iniciará no próximo ano. Para o prefeito Chico Cunha essa foi mais uma vitória da educação.

 


Câmara começa a votar emendas do anteprojeto da Lei Orgânica.

Segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A vigésima sétima sessão ordinária do legislativo foi exclusivamente reservada a votação das emendas já apreciadas pelas comissões, entre elas a de Constituição e Justiça. Entre as muitas que foram votadas e aprovadas estava a da reeleição da mesa diretora, pra muitos a mais polêmica por não ter um consenso entre o corpo. Os vereadores Orleans Moreira e Jaidran Brito, que não compareceram a sessão de hoje, defendiam a reeleição, contanto que o mandado da mesa diretora tivesse somente um ano, proposição não aceita pela maioria.

Com a abstenção dos dois vereadores não houve nem se quer discussão da emenda, somente o vereador Jesimiel Alexandre Costa, escrito no grande expediente, usou a palavra antecipadamente para reforçar seu apoio em favor da emenda. ‘Nós vivemos num sistema democrático, por isso apoio a emenda da reeleição da mesa diretora’, falou Jesimiel. Sem ninguém pra questionar a emenda, que é de autoria do vereador Magno Milhomem, ela foi aprovada facilmente.

Outra emenda modificativa que poderia mexer com os ‘ânimos’ dos parlamentares no campo dos debates seria a que determina eleição direta para diretores de escolas do município, mas de última hora ela foi tirada de pauta, segundo o presidente Manoel Paca pra ser acrescido mais alguns detalhes importantes. A corrente oposta ao presidente Paca pretendia apresentar uma emenda que obrigasse a presidência a fazer uma prestação de contas mensal. No bojo das votações de hoje Manoel Paca apresentou uma emenda, que segundo ele, ratifica as determinações dos tribunais de contas, em que todas prestações de contas terão que ser feitas anualmente.

As emendas votadas e aprovadas na sessão de hoje já estarão incluídas no corpo da ‘nova Lei Orgânica’ sem que haja qualquer prejuízo das decisões tomadas pelo parlamento. Na próxima segunda-feira as emendas que já tiverem recebidos pareceres das comissões serão votadas. A expectativa é que na próxima sessão sejam votadas, no mínimo, duas emendas do executivo, que ainda estão sendo elaboradas pela assessoria jurídica.







 


Prefeitos esnobam no interior

Sábado, 28 de novembro de 2009

Uma nova “moda” começa a tomar conta do interior do Maranhão. Prefeitos de pequenas cidades têm chegado em seus municípios a bordo de helicópteros. Tudo começou com Gildásio Chaves (Ângelo da Silva), ex-secretario de Saúde de Tuntum e prefeito de Poçao de Pedras. Ele teria gostado tanto do novo meio de transporte que, segundo se comenta nos meios políticos, adquiriu uma aeronave deste tipo por cerca de R$ 1,5 milhão.

Nas eleições passadas o prefeito de Bacabal e presidente da Famem (Federação das Associações dos Municípios do Maranhão), Raimundo Lisboa (PDT), pagou um helicóptero para sobrevoar a cidade à noite com um luminoso com seu nome e número.

Nesta quarta-feira moradores da pequena Alto Alegre do Pindaré foram supreendidos com a aterrissagem de um helicóptero numa praça central da cidade. De dentro a aeronave desceu ninguém menos que o vaidoso prefeito Atemir Botelho (PRB). As crianças adoraram o brinquedinho (leia mais aqui).

Atemir, que se elegeu dizendo possuir apenas um computador duron avaliado em R$ 1,5 mil, não é o primeiro ocupante de alto cargo oriundo de Alto Alegre a esnobar quando chegou ao poder.

Na época em que era secretário de educação no governo José Reinaldo, o hoje presidente da Câmara de Vereadores, professor Altemar Lima (PMDB), desembarcou várias vezes na cidade no helicóptero da PM.

Pior: ainda vinha acompanhado de policiais. Ele passava o dia se divertindo dando ordens através de um walk-talk.

Quem pode, pode; fazer o quê?!


Blog do Décio Sá


Construção de campo de futebol no Bairro Luisão está indefinida

Quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A juventude do bairro Luisão e o Vila Esporte Clube, ex-campeão tuntuense de futebol podem ter seus projetos frustrados com a possibilidade da não construção de um campo de futebol prometido pelo gestor municipal logo no início de sua administração. O local projetado para a construção da praça esportiva, que hoje é um campo improvisado, havia sido comprado pela prefeitura em uma das gestões anteriores, do ex-vereador e já falecido, Carlos Augusto da Cunha, o Carlito Cunha, mas segundo os seus familiares o negocio não foi concretizado por causa da não compensação do cheque.

O vereador Marcos Cunha, filho de Carlito Cunha, me informou que o cheque, na época, não foi compensado, por isso o negócio perdeu sua legitimidade, voltando o terreno a pertencer a família. Marcos não soube me informar se na época o negócio foi antecipadamente desfeito entre seu pai e a prefeitura. Eu perguntei a ele se o terreno não poderia ser doado para a construção do pequeno estádio, porém ele afirmou ser praticamente impossível por que a área é uma herança e que não dependia só de sua pessoa. No momento em que conversávamos ele procurou o cheque da negociação, mas disse que não se encontrava ali (escritório) e sim na casa de sua mãe.

Marcos Cunha afirmou que o prefeito Chico Cunha já procurou sua mãe pra fazer uma nova negociação da área e que a mesma já está bem adiantada. O projeto dará a população um novo campo com dimensões oficiais, vestiários e até arquibancadas. Além desse projeto a prefeitura, no momento, pretende construir outro na Vila Bento, o Bentão, uma homenagem ao ex-prefeito Bento Teixeira e outro no povoado Ipu-Irú. Caso não haja acordo com a área, hoje considerada nobre, a prefeitura irá procurar um outro local.



 



 





 


Todo conteúdo, imagem e/ou opiniões constantes aqui neste espaço é de responsabilidade civil e penal exclusiva do blogueiro ou de quem utilizou sua senha pessoal para postar as informações. O material aqui divulgado não mantém qualquer relação com a opinião editorial da empresa
clima e tempojornal
32°
São Luís
Enquete