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Sábado, 4 de setembro de 2010
Colinas/ João Badeco

Colinas/ João Badeco

Fortuna realiza X Festival da Cultura Popular

Segunda-feira, 12 de julho de 2010

Com o tema: “Que Fortuna de Lugar”, acontece de 17 a 20 de julho na cidade Fortuna o “X Festival da Cultura Popular”, uma realização da Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Cultura.

A festa, que contará também com shows de bandas populares, como “Forró Sacode” e outras, abordará temas e momentos históricos do município, como Lendas dos Caçadores e história de fundação e descoberta da cidade. A idéia, segundo o coordenador de cultura do Município e do evento, Tonne Soares, é “contar a história da cidade de forma festiva”.

O evento acontecerá na Praça de Eventos da cidade. Abaixo a programação:

DIA 17/07/2010

19:00: solenidade de abertura a prefeita e autoridades locais e regionais;

20:00: apresentação banda marcial fortunense;

20:45: quadrilha Grande Rio;

21:30: cultura de fortuna;

23:00: banda Miragem;

01:30: banda Tagarela.

DIA 18/07/2010

19:00: cultura local (projovem);

19:30: Dança Caowtry de Presidente Juscelino;

21:00: Boi Brilho da Boa Hora da cidade de Presidente Juscelino;

23:00: Banda Tagarela;

01:30: Banda Canários do Reino.

DIA 19/07/2010

19:00: cultura local (knowledge);

19:30: Cacuriá de dona Tetê;

20:30: Tambor de Crioula;

23:00: Banda Tagarela;

01:30: Forró Sacode.

DIA 20/07/2010

20:00: concurso Miss Cultura;

23:00: Banda Tagarela;

01:30 Banda Furacão do Forró.


ENTREVISTA COM O PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE JATOBÁ DEJA ALVES

Quarta-feira, 16 de junho de 2010

ENTREVISTA COM O PRÉ-CANDIDATO A PREFEITO DE JATOBÁ DEJA ALVESNum breve bate-papo com o ex-secretário de finanças de Jatobá, ele me disse ser candidato a prefeito em 2012 e que não abre mão disso. Disse ainda que a oposição é favorita para ganhar o pleito e que não acredita no empenho da prefeita Ednaura para eleger a sucessora. Confira:

Badeco: Como você ver a disputa pela prefeitura de Jatobá em 2012?

Deja: Eu sou candidato em 2012.

Badeco: Sério mesmo?

Deja: Sério.

Badeco: Já tem de candidatos você, Carlos Antonio, Consuelo, Marcone, Antonio Miguel e Dr. Gerson.

Deja: Pois é. Na eleição passada eu era candidato a candidato, assim como os outros, mas por motivos familiares e por outros motivos eu desisti. Mas agora não sou candidato a candidato. Eu sou é candidato.

Badeco: Mas agora a família não vai interferir novamente numa possivel desistencia sua?

Deja: Só não saio candidato por três motivos: se papai for o candidato do grupo, se eu tiver algum impedimento pela justiça ou se eu morrer.

Badeco: E se seu pai pedir pra você não sair candidato e apoiar Consuelo, você aceita?

Deja: Não, de jeito nenhum. Eu sou candidato.

Badeco: Você e Consuelo são irmãos, qual então seria a diferença do prefeito Deja para a prefeita Consuelo? No que vocês são diferentes?

Deja: Primeiro de tudo eu não pagaria salário pra certas pessoas só pra receber sem trabalhar. E não prometeria aquilo que não posso cumprir.

Badeco: O que então diferencia o candidato Deja dos demais candidatos?

Deja: Eu faria um governo transparente. A diferença é que eu me conheço e jamais enganaria as pessoas. Não vou mentir só pra ganhar votos. E se a população de Jatobá se conscientizar de que nosso município precisa de um homem de palavra para administrá-la, eu estou pronto.

Badeco: Todos sabem que no governo do seu pai você foi uma espécie de prefeito de fato. Que erro você não repetiria caso viesse a ser eleito em 2012?

Deja: Isso é o que as pessoas pensam, mas na verdade eu não passava de um simples funcionário que para não perder algumas vantagens que tinha financeiramente aceitava o jogo. Tanto é que nunca tive o direito de colocar um funcionário. Eu era da confiança do papai e ele me colocou como tesoureiro e toda família tentava me pegar roubando. É tanto que quando eu menos esperava papai chegava com extratos das contas da prefeitura e dizia: “Deja eu quero conferir esses extratos”, ai eu pegava todos os processos de empenho e conferia. No final eu perguntava: “papai porque isso” E ele dizia: “ é porque o povo lá em casa diz que você tá roubando e eu vim conferir”. Como eu precisava, eu aceitava isso. Mas eu nunca desviei dinheiro algum e nunca fui pego fazendo isso. Tenho minha consciência tranqüila e todo o meu passado limpo.

Badeco: Você será um candidato de oposição?

Deja: Não posso dizer de oposição, mas sim um candidato independente e que quer o melhor para Jatobá.

Badeco: Vai criticar a prefeita Ednaura em sua campanha?

Deja: Não, até porque eu acho que ela não merece. Se o prefeito fosse o Chicão ou algum dos irmãos dele talvez eu criticasse, porque eu odeio ser rebaixado da forma como eles me rebaixam. Eles são incapazes de ver que eu contribui muito para eles estarem hoje onde estão. Mas é isso, eu estou pagando um preço muito alto por ter ajudado todos eles a chegarem lá.

Badeco: Que avaliação você faz o governo Ednaura?

Deja: Admiro seus esforços em correr atrás de recursos para nossa cidade, embora pra mim tenha algumas faltas, mas acho que ela é uma batalhadora e se eu chegasse lá ela seria uma das convidadas para fazer parte do meu governo. Não é demagogia de minha parte, eu reconheço que ela se esforça.

Badeco: Você acha que Marcone, Antonio Miguel e Dr. Gerson vão estar unidos em 2012 ou cada um vai sair candidato?

Deja: Eu acho que é uma jogada. Marcone não é o candidato da oposição. Lá é Dr. Gerson ou Antonio Miguel. Você acha mesmo que a oposição vai passar 16 anos lutando pra chegar ao poder e com chances reais de vitória lançar um candidato que até ontem praticamente era do governo? Claro que não vai.

Badeco: Dos cinco pré-candidatos, incluindo você, quais tem mais chances de se eleger?

Deja: Se tivesse coragem de se impor a partir de hoje, o mais forte seria o Dr. Gerson. Quanto ao candidato da prefeita, seja ele quem for, vai pra disputa com o da oposição brigando ali voto a voto. Quanto a mim, dependendo da minha proposta e plano de governo, e se o povo realmente acreditar, pode haver uma reviravolta e eu ganhar as eleições.

Badeco: Digamos que haja um acordo e que você não saia candidato e apóie a sua irmã Consuelo e que um outro acordo na oposição lance apenas um nome. Qual candidato tem chances de ser eleito?

Deja: Acho que a oposição leva vantagem, até porque eu não faço acordo para apoiar a Consuelo, já que ela não quer o meu apoio. Estou farto de ceder e desistir. Como já estou perdido mesmo, não faz diferença perder mais uma.

Badeco: E se a oposição lhe fizer uma proposta, a vaga de vice, por exemplo, você toparia?

Deja: Não posso ser tão radical, mas tenho que consultar as bases. Eu não estou sozinho nessa caminhada, tenho alguns amigos que me dão apoio nessa luta. Não posso tomar decisão sozinho, mas de cara digo que não pretendo me unir com a oposição e nem com a situação.

Badeco: Você acha que a prefeita Ednaura vai se empenhar para eleger a Consuelo?

Deja: Acho que não, mas também acho que todos vão ver que eu não abro e talvez seja melhor me apoiar, assim, quem sabe vão perceber que comigo fica uma eleição bem melhor e mais barata. Hoje não tenho o que eles têm, que é dinheiro e nem voto, mas não tenho rejeição como tem os outros. E tenho palavra e honro meus negócios. Não gosto de traição, sou um homem verdadeiro. Gosto de brincadeiras e gozações, mas sou sincero e verdadeiro, na hora da verdade estou presente e o povo do Jatobá sabe disso.


NOTAS CURTAS DE COLINAS

Quarta-feira, 16 de junho de 2010

 PRIMEIRA-DAMA

Na ausência de uma prefeitura para chamar de sua e pelo povo ser chamada de primeira-dama, a esposa do ex-deputado Zé Eider, Joelma Sousa, resolveu botar as manguinhas de fora e distribuir todos os tipos de ordens e patadas pelos corredores do Hospital Carlos Macieira, em Colinas. Não usa meias palavras para impor sua vontade e nem de meios termos quando o negócio for humilhar servidores. Grita, xinga e ameaça de demissão quem ousar descumprir qualquer determinação sua, mesmo não tendo ela qualquer poder de mando na casa ou exercendo qualquer cargo equivalente. Acha que pelo fato de ser mulher do ex-deputado, agraciado com este pequeno quinhão do governo do Estado, pode fazer o que lhe der na telha. Mas não pode.

SEGUNDA-DAMA

Seguindo os passos de Joelma no mesmo ritmo e afinco, a esposa do vereador Gonçalo Neto, de nome desconhecido, age da mesma forma. E as duas, se sentindo verdadeiras rainhas tupiniquins, parecem inebriadas com as benesses que os recursos do HCM traz. Vida longa às “rainhas” e a Roseana Sarney que deu de presente esse brinquedinho para toda a família!

NEGOCIO DA CHINA

Comandar o Hospital Carlos Macieira parece ser mesmo um negócio da China, uma loteria acumulada todos os meses. Antenor Torres que o diga. Bastam alguns meses no gerenciamento dos recursos da casa pro sujeito e comparsas saírem por aí desfilando em carrões e montando lojas de eletrodomésticos em todo canto. É uma beleza!

AOS ADVERSÁRIOS, O CACETE!

O nível de perseguição no HCM chegou a tal ponto que o médico ortopedista Antonio Carlos Oliveira, um dos profissionais mais respeitado do Maranhão, foi impedido pela diretoria de atender seus pacientes nas dependências do hospital. Dia desses, um deles precisou bater um raio x e se dirigiu até à casa de saúde. Chegando lá, ao informar que a requisição foi feita pelo Dr. Antonio Carlos, prontamente lhe foi comunicado que não poderia ser atendido. Ou seja, em vez de hospital, o HCM virou apenas uma extensão do quintal da casa de seus gestores.

PODER E DINHEIRO

Como lição principal dessa curtíssima temporada da atual direção do Hospital Carlos Macieira vale o célebre dito popular: se quer mesmo saber quem é uma pessoa e a dimensão de seu caráter dê a ela poder e dinheiro, por mais insignificante que seja esse poder e por menor que seja a quantia em dinheiro dada.

ERAM FELIZES E NÃO SABIAM

Vítimas da arrogância e das mãos de ferro da diretoria atual do HCM, é comum ouvir à boca pequena entre os servidores de que estes já sentem saudade dos tempos em que as ordens ali eram dadas pelo ex-diretor Antenor Torres. Mesmo com todos os defeitos do mundo, AT era incapaz de tratar com arrogância qualquer pessoa, funcionário ou paciente.

SE A BRANCA SABE DISSO...

Fosse Roseana conhecedora das mazelas e desmandos que ocorrem no HCM e que isso lhe tira por baixo uns dez votos diários, já teria tomado uma providência e mandado essa galera toda pro raio que a parta!


A prefeita Valmira, o caos e o desmando em Colinas

Segunda-feira, 14 de junho de 2010

A prefeita Valmira, o caos e o desmando em ColinasOutrora chamada de “princesinha do médio sertão maranhense”, por sua beleza e riqueza cultural, Colinas é hoje uma das piores cidades da região. Sem planejamento urbano, sem investimento em infraestrutura de qualquer espécie e sem saneamento básico, a cidade perdeu a importância que tinha.

Os urubus, o lixo e os buracos espalhados por toda a cidade são um retrato fiel do que foram esses mais de catorze anos de total domínio dos ex-prefeitos Everton Costa e Zé Henrique. Com eles o caos se instalou definitivamente.

E os dois, de triste memória, foram o que de pior poderia se ter em termos administrativos. Pouco ou quase nada fizeram para o desenvolvimento da cidade, deixando todos a mercê da própria sorte e fazendo com que a cidade se tornasse essa porcaria que é hoje.

E Valmira Miranda, a prefeita dorminhoca aí da foto, alçou o posto mais importante do município por conta da inelegibilidade de seu patrão, que tinha diversas condenações em Tribunais de todas as instâncias e que, em razão disso, não pode concorrer à própria reeleição, lançando a menos de dois dias do pleito o nome de sua fiel empregada.

Passados quase dois anos de seu fatídico mandato, Valmira ainda não disse ao que veio. E nem dirá, já que só faz aquilo que é mandada. E o que eles a mandam fazer é ficar calada e cumprir todas as ordens que lhe são dadas, sem fazer qualquer questionamento e sob pena de levar um puxão de orelhas daquele que de fato manda.

O resultado de tudo isso é uma cidade dilacerada, acabada, destruída e sem qualquer perspectiva de nada para seus habitantes. Não se ver uma única obra em qualquer canto e os serviços básicos oferecidos à população são de péssima qualidade.


ENTREVISTA COM A VEREADORA DE COLINAS SHÂMIA MADEIRA

Terça-feira, 25 de maio de 2010


 Do portal www.colinas-ma.com.br



O site Colinas-Ma continua apresentando uma série de entrevistas. Desta vez, a entrevistada é a vereadora Shâmia(PSDB). As perguntas foram formuladas por Samuel Barroso e João Badeco. Em seu relato, Shâmia diz que o Governo Valmira não existe, e que Flávio Dino representa o novo. Leia:



Colinas-Ma. Qual sua análise sobre o atual cenário político de Colinas?



Shâmia: Tenho várias interpretações do cenário político atual de Colinas. Vejo uma administração pautada no compromisso, não com o povo, mas um compromisso político, o que respalda a postura da prefeita Valmira e justifica a situação que nos encontramos. Porém, o grupo liderado por Zé Henrique se sobressai porque não se tem um adversário para competir. Porque digo isso? A oposição da eleição passada está brigando entre si, ou seja, agora é 40 contra 70. Estou esperando surgir algo novo.



Colinas-MA. Mas Vereadora o que tem que ser feito para que Colinas saia da situação deprimente que se encontra? As pessoas estão perdendo a esperança.



Shâmia: O eleitorado tem que ser conscientizado, ás vezes eu perco as esperanças, quando passamos por uma eleição que foi do nível da última, as pessoas têm que parar para pensar no coletivo, nosso eleitorado pensa muito no individual, isso quebra qualquer processo de progresso. Infelizmente, o bom político é comparado ao mal político, na mesma balança. E nós políticos, representamos o que o povo quer, é quem escolhe. A saída é um trabalho contínuo, esclarecedor junto ao eleitor, para favorecer a mudança de comportamento neste, que com certeza resultará em uma administração construída e conquistada pelo o povo. Essa é a saída, talvez utópica, mas ainda há tempo, vejo os políticos e o povo queixando-se e apontando a falha sempre em alguém e não assumimos as responsabilidades dos nossos erros. Por que ao invés de falarmos uns dos outros não plantamos nos quatro cantos do município o sentimento da inquietação, da busca por mudanças, será que não queremos que eles continuem sem entender sem mudar para que usando dos mesmos meios do meu opositor chegue ao poder?



Colinas-Ma. Falta a discussão mais ampla dos problemas da cidade e não de nomes?



Shâmia: Com certeza, mas também de nomes. Colinas é muito arraigada em nomes de "famílias" e dinheiro. Quando pensa numa eleição pensam em alguém de família tal e se tem dinheiro, não é fácil quebrar esses paradigmas, infelizmente. Projetos viáveis se tem, basta se perceber nas pessoas a sensibilidade e a vontade de fazer.


Colinas-Ma. Como avalia a administração do Macieira e do uso político daquela instituição?



Shâmia: Vejo o erro não no Eider, que usa politicamente essa instituição. Zé Henrique fazia isso há alguns anos, ele está fazendo o que qualquer um faria, tendo essa oportunidade, o erro é do governo do Estado que usa suas instituições para se beneficiar politicamente, como tem feito com as escolas, etc , e não foi só Roseana, quando Jackson assumiu fez a mesma coisa. Então, quem sofre com a falta de compromisso é o povo. Porém, a administração do Eider do Hospital, além de ser cabide de empregos, já passou por alguns retoques, reformas, temos bons profissionais trabalhando, a resolutividade que é limitada, continua acontecendo coisas que não eram para acontecer mais. Faltam investimentos do estado nas nossas instituições de saúde, isso é claro.



Colinas-Ma. E a demissão da Késia, sobrinha de Antonio Carlos. Ela foi demitida por telefone. Teve um motivo específico pra isso ou só politicagem mesmo?



Shâmia: Não tenho contato e elementos para fazer alguma afirmação sobre esse acontecimento. Soube da demissão da Késia na rua, fiquei sentida pela questão profissional, ser demitida e por telefone achei falta de respeito, porém "coisas de Colinas". As diretoras, que voltaram foram demitidas na cerimônia de posse das substitutas... Aquilo que falei anteriormente a divisão ocorreu, agora temos o grupo que apoia Eider e outro que apóia Antonio Carlos.



Colinas-Ma. No plano regional Antonio Carlos e Eider são aliados, inclusive com o segundo tendo sido candidato a vice do primeiro. A demissão da enfermeira pode se configurar numa ruptura entre os dois? Qual a opinião da vereadora sobre isso?



Shâmia: Como psicóloga eu diria ser um sintoma, significando que algo não está bem, como vereadora digo que está claro a ruptura, inclusive no dia da visita da Governadora na recepção os populares que estavam lá são eleitores de Eider e não de Antonio Carlos, ficou claro pra mim essa ruptura naquele dia.



Colinas-Ma. Mas quem está mais fortalecido em Colinas? Quem tem mais votos?



Shâmia: A olho nu vejo Eider mais fortalecido, porém dizem que as pesquisas mostram o contrário.




Colinas-Ma: Mostram o que? ou melhor, mostram quem?



Shâmia: Quando questionado sobre liderança de votos, Antonio Carlos aparece em melhor posição que Eider.



Colinas-Ma. Zé Henrique e Zé Eider vão estar juntos no palanque da Roseana. Antonio Carlos provavelmente no palanque de Flavio Dino. E a vereadora Shamia, no palanque de quem?



Shâmia: Estou aguardando o meu partido,o PSDB, para tomar posição. Estou em São Luis, amanhã irei ao partido, para resolver.



Colinas-Ma: O Dep. Alberto Franco, seu cunhado, exerce influencia nas tuas decisoes?



Shâmia: Não. Decido por mim, não sofro influência de ninguém.



Colinas-Ma. Dos três pré-candidatos ao governo do estado, qual a vereadora acha ser o melhor nome? Dino, Roseana ou Jackson?



Shâmia: Dino é o novo, o que esperar, tenho admiração por sua postura politica, mas ainda não estou segura com relação a votar nele. Jackson sua administração deixou muito a desejar, seu grupo foi muito corrupta, seus assessores e o fez perder as redéas. Roseana todos nós sabemos, o que é, como age... estive com ela ai na sua visita à Colinas, estou aguardando soluções prometidas, até agora... Estou muito fria pra essa eleição, nem meu cunhado ainda não decidir se vou apoia-lo, esse mês (junho) será quando decidirei.



Colinas-Ma. E no plano nacional, vai de Serra?



Shâmia: Estou entre Serra e Marina. Mais provável que seja Serra.



Colinas-Ma. Mas não vai ser difícil pedir votos pra um candidato numa região onde o governo Lula tem quase 90% de aprovação?



Shâmia: Com certeza, mas essa eleição tem um perfil diferente da municipal, os eleitores estão mais livres, mais a vontade, eu pessoalmente nunca votei em Lula, não concordo com algumas coisas da sua postura política, mas tem um diferencial não é ele o candidato, transferência de votos não é muito fácil, gosto de manter minha postura não só de modismo, tem políticos porque o Lula tá bem, faz campanha, vota, mas não é o seu desejo, mesmo perdendo quero manter minhas ideologias, minhas defesas.



Colinas-Ma . Mas ele ta provando que a transferência de votos é possível, Dilma já empatou com Serra.



Shâmia: Muito rápido, né? A campanha nem começou.



Colinas-Ma. Voltando ao plano regional. Que avaliação a vereadora faz do governo Valmira?



Shâmia: Bom, no meu ponto de vista o governo Valmira não existe, ela apenas ocupa uma cadeira, que é a continuação do governo Zé Henrique, passou esse 1 ano e meio de muita atribulação, queda no FPM, contas de campanha, etc, que agravou mais ainda a situação, tenho percebido, nos últimos dias uma mudança ela está mais a frente das coisas e colocando seu toque feminino nas decisões, porém não podemos esperar muito. Ela é muito fiel e uma mulher muito digna e de palavra.



Colinas-Ma. A vereadora é candidata à presidência da Câmara?



Shâmia: Sou



Colinas-Ma. Vai apoiar a reeleição do deputado Carlos Brandão? Que avaliação a senhora faz o mandato dele?



Shâmia: Vou apoiar Carlos Brandão, apesar de achar que poderia ter feito um mandato mais atuante, com mais empenho nas atividades voltadas para nossa região, votarei em Carlos pela proximidade, por ser colinense e por ser PSDB.


Notas de sábado

Sábado, 22 de maio de 2010

 LIMINAR

Segundo informações não confirmadas, a prefeita de Fortuna, Francisca Alves dos Reis, cassada recentemente pelo juiz eleitoral de São Domingos, já estaria de volta ao comando do município. Como era de se esperar, uma liminar proferida por algum juiz do TRE garantiu o retorno da pedetista ao cargo. Alguém imaginou que poderia ser diferente?

NADA MUDARIA

Mesmo que eventualmente Francisca Alves não voltasse num curto espaço de tempo ao comando da prefeitura de Fortuna, na prática nada mudaria. Quando cassou a prefeita o juiz eleitoral de São Domingos determinou que o presidente da Câmara Municipal, ou melhor, que a presidenta da Câmara, Ricarda Alves, assumisse a prefeitura. E Ricarda Alves, como o próprio sobrenome já diz, é nada mais nada menos que filha da prefeita. Ou seja: tudo ia continuar na mesma e sob o olhar matreiro do velho coronel Catitu, patriarca da família e prefeito de fato.

PREFEITINHA

Fora Catitu, primeiro-cavalheiro de Fortuna, a filha primogênita do casal governamental, a advogada Francisca Renandya, que também é secretária de finanças do município, costuma mandar, e muito, pras bandas dali. Qualquer assunto que tiver relação direta com dinheiro é com ela.

LAVANDO A BURRA

Filho numa das faculdades mais caras do Estado, filha em escola de primeiro mundo, apartamentos e carrões de luxo são já fazem parte do dia a dia da prefeita colinense Valmira Miranda. E ela já deve até ter se acostumado com a mordomia. E o maridão, pra disfarçar, continua vendendo suas bugigangas no pontinho comercial da família, bem ali na Rua Itapecuru, pertinho do mercado feira livre.

CIDADÃO COLINENSE

A Câmara Municipal de Colinas concedeu ao juiz titular da Comarca, Marcelo Elias Matos e Oka, o título de Cidadão Colinense. A honraria foi entregue no aniversário do magistrado, dia 17, no espaço de eventos Sabor da Terra, em Colinas. A concorrida solenidade contou com a presença de todos os figurões da cidade, servidores do judiciário e do deputado estadual Raimundo Cutrim.

FULGA

O médico Gerson Santos, ex-candidato a prefeito e vice-prefeito de Jatobá, um dos maiores incentivadores da pré-candidatura de Marcone Obama a prefeito em 2012, parece está recuando desse propósito. Marcou encontro com todos os idealizadores e apoiadores do pré-candidato, a ser realizado em Jatobá, e na hora H não apareceu, deixando todos à sua espera. A conclusão óbvia que se pode tirar da atitude do doutor é que ele parece pouco disposto a embarcar nessa. Ou no mínimo pensou melhor e decidiu, ele próprio, entrar no páreo. Se assim o for será uma ducha de água fria na já quase natimorta candidatura Obama.

PRIMOS ATÉ QUE A POLÍTICA NOS SEPARE

Pré-candidato assumido, Marcone Obama deixou de lado o parentesco que o une a prefeita Ednaura e já se considera líder do movimento oposicionista em Jatobá. Pensa, dentre outras coisas, contar com o apoio dos outros líderes, Dr. Gerson e Antonio Miguel, não sabendo ele que nas rodas de conversas além fronteira os dois também falam abertamente que serão candidatos. Se assim for, os votos da oposição vão ser rachados em três partes não iguais e aí vai ficar moleza pra Consuelo. Mais fácil seria Obama ter se viabilizado como candidato do grupo do qual fez parte até outro dia e ser, digamos assim, uma segunda opção no caso de qualquer eventualidade.

“MEU COMPROMISSO É COM EDNAURA, COM CONSUELO É OUTRA COISA”, DIZ FEITOSINHA

Polêmico, astuto, bem articulado e sempre com um discurso ferino e arrasador, Armando Feitosa, o Feitosinha, secretário adjunto de agricultura de Jatobá e articulador principal da candidatura Obama, não tem papas na língua quando o assunto é a sucessão municipal. Sobre a incoerência de fazer parte do governo e ao mesmo tempo o principal articulador da candidatura de Marcone Obama, ele diz: “tenho um compromisso com a prefeita Ednaura. Trabalhei incansavelmente por sua reeleição e por isso estou na secretaria. Com relação à Consuelo é outra história, outra eleição”, disse ele.


DEU NA REVISTA VEJA: "COMPRAM-SE PETISTAS"

Sábado, 22 de maio de 2010

DEU NA REVISTA VEJA: Para apoiarem a candidatura da governadora Roseana Sarney, petistas estão recebendo ofertas de pacotes de dinheiro que chegam a 40 000 reais. Nos últimos dias, treze companheiros mudaram de lado. Por que será?

Sofia Krause

Diz-se nas ruas d terra do interior do Maranhão que a família Sarney é dona do estado. O clã tem sociedade em tudo. Se algo está no Maranhão, pertence aos Sarney. Eles detêm participações em TVs, rádios, jornais, fazendas, mansões, ilhas, ONGs, fundações, holdings...

Nos últimos meses, na esperança de conquistar a única mercadoria que talvez ainda lhe escape, a família expandiu agressivamente os negócios. Passou a investir em petistas. Petistas? Sim, petistas – e no varejo. No mercado eleitoral do Maranhão, petistas aparentemente têm um preço.

Os mais caros podem custar 40 000 reais. Na promoção, alguns saem pela metade desse valor: 20 000 reais. Esta, ao menos, é a cotação estabelecida pelos Sarney. Nas últimas semanas, operadores da família procuraram integrantes da direção do PT maranhense para fechar negócio.

O produto a ser comerciado, no caso, é apoio político. A governadora Roseana Sarney, do PMDB, candidata à eleição, precisa desesperadamente assegurar a aliança com o PT, que chegou a declarar apoio ao candidato concorrente, do PCdoB.

As negociações começaram em razão do resultado da convenção estadual do PT, ocorrida em março, que deveria ratificar o apoio do partido à candidatura de Roseana Sarney. A lógica política dessa decisão deriva da aliança nacional entre os petistas e o PMDB, na qual o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, deverá ser o vice na chapa de Dilma Rousseff.

Pela natureza desse acordo, PT e PMDB obrigam-se a resolver diferenças que venham a surgir na formação dos palanques estaduais. E já surgiram muitas, como demonstra o notório salseiro armado em Minas Gerais. No Maranhão, porém, as dificuldades de união entre os dois partidos extrapolam quaisquer conveniências eleitorais. Ali, ambos são inimigos há décadas, desde que Sarney é Sarney e PT é PT – bem, ou eram, nos tempos em que havia distinções mais nítidas no mundo político.

Na convenção petista de março, delineou-se alguma. Pela magra vantagem de 87 votos contra 85, os delegados do PT maranhense ignoraram as determinações da direção nacional do partido e resolveram apoiar formalmente a candidatura ao governo do deputado comunista Flávio Dino. As compras começaram assim que se encerrou a convenção. Para reverter a derrota, o clã articulou um ardil político destinado a forçar a candidatura Roseana de cima para baixo. Petistas amigos prontificaram-se a montar um abaixo-assinado contrário à decisão tomada na convenção estadual e remetê-lo ao diretório nacional do partido.

Com a medida, pretendia-se anular o apoio ao comunista e, ato contínuo, selar a aliança com o grupo de Sarney. Para elaborarem o abaixo-assinado, operadores de Roseana saíram à cata de petistas. VEJA localizou quatro que admitiram ter recebido a proposta de suborno para mudar de lado – e, portanto, subscrever o tal documento.

Segundo esses depoimentos, o pagamento variava de 20 000 a 40 000 reais. Todos negaram ter aceitado a oferta. Um deles, entretanto, admitiu ter assinado a lista, mesmo depois de votar contra a aliança com o PMDB, o que não faz o menor sentido político.

As propostas se deram em ambientes propícios a esse tipo de negociata. O delegado petista Francivaldo Coelho conta que recebeu a oferta no estacionamento de um shopping em São Luís, capital do estado. Segundo Coelho, o intermediário chama-se Rodrigo Comerciário, um leal aliado da família Sarney. O encontro ocorreu no dia 14 deste mês, uma sexta-feira. Durou apenas dez minutos.

Narra o petista: "Ele nem desceu do carro, estava tremendo de medo. Disse que ficariam 40 000 para mim e 40 000 para um delegado amigo meu. O dinheiro já estava com ele". Coelho assegura que declinou da proposta. O tal amigo delegado, Arnaldo Colaço, também não topou. E confirma o negócio: "Eles me ofereceram 40.000 reais para apoiar a Roseana".

O petista Marcelo Belfort, do município de Ribamar Fiquene, ganhou até passagem de ônibus para ir a São Luís negociar o passe num hotel. Diz ele: "A proposta inicial era 20 000 reais. Eles estão fazendo isso com vários delegados. Mas eu não quis". A petista Maria de Lurdes Moreira, que votou contra o apoio a Roseana e depois mudou de lado, confirma que também recebeu uma proposta de 20 000 reais, porém antes da convenção. Houve outro intermediário nesse caso. Segundo ela, José Antônio Heluy, secretário de Trabalho do governo do Maranhão. "Estive realmente lá, mas não houve esse tipo de conversa", diz o secretário.

A notícia dos subornos correu a língua dos petistas. O deputado federal Domingos Dutra, um dos principais adversários dos Sarney no estado, descobriu o rolo: "Eles estão tentando comprar os nossos delegados". Completa o deputado Flávio Dino, o candidato que está prestes a perder o apoio do PT: "É um absurdo o que se está fazendo na região".

A artimanha de Roseana corre tranquilamente. Na semana passada, remeteu-se o caríssimo abaixo-assinado à direção nacional do PT. Nele, há 98 nomes. Treze petistas, portanto, cederam aos encantos da candidatura Sarney – não se sabe por quais razões.

Haveria um encontro do PT maranhense no último fim de semana para ratificar o apoio à candidatura comunista, mas a direção nacional da sigla cancelou o evento. Diz o secretário-geral do PT, José Eduardo Cardozo: "Estamos acompanhando a situação do Maranhão e tomaremos as medidas cabíveis diante dos fatos de que tivermos conhecimento". A governadora Roseana Sarney não quis comentar o caso.


MP aciona prefeita de Presidente Dutra

Sexta-feira, 14 de maio de 2010

 A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Presidente Dutra ingressou com duas ações civis públicas – uma por ato de improbidade administrativa e outra por obrigação de fazer – contra a prefeita Irene Oliveira Soares (PRB). As duas ações referem-se às prestações de contas do município, que não estão sendo disponibilizadas na Câmara Municipal para consulta da população.

A população e diversas entidades do município chegaram a realizar um ato público na Câmara de Vereadores, no dia 15 de abril, coordenado pelo Fórum de Defesa dos Direitos de Cidadania da Região Central do Maranhão. O objetivo era acompanhar a entrega da prestação de contas de 2009, o que não aconteceu.

De acordo com o promotor Lindonjonson Gonçalves de Sousa, Irene Soares vem descumprindo o que determina a legislação, não disponibilizando as prestações de contas da prefeitura, em todos os anos que passou à frente da prefeitura de Presidente Dutra. Desde 2005 não há a publicação das contas públicas na Câmara de Vereadores. Além disso, a prefeita tem comunicado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), irregularmente, a exibição das contas no Legislativo municipal.

“Somente as práticas coronelistas ainda existentes no interior do nordeste podem explicar um ato de irregularidade tão flagrante como é o de não apresentar as contas, dentro do prazo, na Câmara Municipal no exercício seguinte àquele que são apresentadas as contas ao TCE”, enfatizou o promotor.

Nas ações, o promotor de Justiça requer a disponibilização imediata – e sua comprovação – das contas da Prefeitura Presidente Dutra referentes aos exercícios financeiros de 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009. O material disponibilizado deve ser a cópia integral das contas apresentadas ao TCE, inclusive com a declaração do contador responsável.

Além disso, o MP pede a condenação del por improbidade administrativa. Se condenada, ela estará sujeita à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa, entre outras penalidades.


NOTAS CURTAS

Quarta-feira, 5 de maio de 2010

 PROTESTO

A ponte de madeira que liga o centro da cidade de Colinas ao bairro Curimatã amanheceu pegando fogo na manhã de hoje. Segundo informações preliminares, trata-se de um protesto de seus moradores por conta do descaso da prefeitura municipal com o bairro e pelo péssimo estado de conservação da ponte. Por sua vez, Valmira Miranda, a prefeita de festim, parece pouco se importar com a situação, preferindo passar boa parte de seu precioso tempo curtindo seu belíssimo apartamento em São Luís e deixando a cidade ao Deus dará.

VAIAS PRA ZH

Na passagem da comitiva da governadora Roseana Sarney por Colinas para inaugurar a rodovia estadual que liga o município ao de Buriti Bravo teve de tudo um pouco. Além das gafes e babações já costumeiras e bem comuns neste tipo de eventos, a novidade da vez ficou por conta das vaias recebidas pelo (ex) prefeito colinense ZH quando a governadora Roseana fazia a entrega de viaturas no comando da PMMA, em Colinas. Uma mini-multidão seguidora do ex-deputado estadual Zé Eider, adversário no plano local de ZH, ficou por quase dez minutos vaiando o ex-alcaide quando este teve seu nome anunciado. Constrangidos, ZH e a governadora não sabiam onde meter a cara, para delírio de Zé Eider.

A TAPAS

Outrora renegada e xingada por quase todo mundo, a hoje governadora, alçada a esta condição graças aos ministros do TSE, era disputada a tapas em sua passagem por Colinas. De um lado os eternos aliados incondicionais Zé Eider e Everton Costa, do outro, o neo aliado e oportunista de sempre Zé Henrique Brandão. No fim das contas Everton saiu vitorioso, já que conseguiu levar a governadora para um rega-bofe em sua residência. Aí, só no fim da noite, Rose deu uma passadinha na casa de Eider.

JUNTOS

Em política acontece de tudo mesmo. Inimigos políticos ferrenhos, Zé Eider e Zé Henrique se vêem agora praticamente obrigados a subirem no mesmo palanque nas eleições desse ano. É que os dois vão apoiar a candidatura a reeleição da governadora Roseana. São os milagres da política.

FLÁVIO DINO

Ex-candidato em 2008, o médico Antonio Carlos deve mesmo ir de Flávio Dino pra governador. Com Zé Eider, Everton e ZH no mesmo palanque apoiando Roseana, ao médico colinense e pretenso candidato novamente em 2012 caberá todos os louros de um eventual governo Flávio Dino.

MUDOU O QUE MESMO?

Com a mudança de comando do governo do Estado, muitas coisas também mudaram em Colinas. Mudou, principalmente, o comando de alguns órgãos estaduais como escolas, hospitais, etc. Muitos esperavam que essas mudanças fossem pra melhor, mas infelizmente não é o que vem acontecendo. No Hospital Regional Carlos Macieira, por exemplo, as coisas vão de mal a pior. Pior até que nos tempos do quase diretor vitalício Antenor Torres. Péssimo atendimento, servidores mal humorados e uma renca de gente que passa o dia todo de cara pra cima sem fazer nada são apenas um dos pontos que precisam urgentemente de uma intervenção, seja de quem diabo for.


FLÁVIO DINO: NÃO RETIRO CANDIDATURA NO MA NEM SE LULA PEDIR

Quinta-feira, 29 de abril de 2010

Sob a iminência de ser pressionado a abandonar a pré-candidatura ao governo do Maranhão para que o PT possa se voltar ao projeto de reeleição da peemedebista Roseana Sarney, aliada direta do Palácio do Planalto, o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) rejeita a pecha de correr o risco de ser um "Ciro regional" se perder o direito de disputar o governo em outubro. Mesmo com a chance de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressionar o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, a implodir as pretensões eleitorais do parlamentar, Dino avisa: "não retiro a candidatura nem se o Lula pedir".

Em entrevista ao Terra, o pré-candidato ao Palácio dos Leões explica que a pressão de alguns setores petistas não deve surtir efeito, uma vez que a candidatura própria do PCdoB foi aprovada em convenção no Maranhão, tendo seguido todos os ritos formais e ainda tendo sido acompanhada pelo presidente nacional petista, José Eduardo Dutra, e pelo secretário nacional de Organização do PT, Paulo Frateschi. Na ocasião, a candidatura própria do PCdoB venceu a proposta de apoio a Roseana por 87 a 85 votos.

"Não retiro a candidatura nem se o Lula pedir. A posição oficial estadual e nacional é a manutenção. O resto são conjecturas. Houve uma convenção no Maranhão, um encontro que foi legítimo. Como se desmancha isso?", questiona o deputado, que, sem citar seus adversários, afirma que "a vontade de alguns não tem como prevalecer". Para o deputado, "não há o cenário de se retirar a candidatura" porque "a situação está institucionalizada".

 

Fonte: Jornal Pequeno


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